sexta-feira, 10 de maio de 2013

HORÁRIO POLÍTICO

Com o horário político que tem sido vinculado nas últimas duas semanas, já podemos fazer especulações em torno de três candidatos fortes a presidência da República em 2014. Os partidos PSB, PSDB e PT souberam bem usar as imagens e as características de seus pré-candidatos. O primeiro foi o Governador de Pernambuco, Eduardo Campos do PSB, demonstrou seus altos índices de aprovação, como governador. Falou de finanças e desenvolvimento, salientando que ambas andam juntas. O problema maior do Governador Eduardo Campos, é estar ligado diretamente ao governo da Presidente Dilma, pois seu partido faz parte da base aliada do governo e mais, o PSB ocupa duas pastas ministeriais no governo, o Ministério da Integração Nacional, onde o titular é o pernambucano Fernando Bezerra, e José Leonidas Secretário de Portos da Presidência da República (estato de secretaria).
Depois foi a vez do PSDB, explorar a imagem do senador Aecio Neves. Aecio traz consigo uma trajetória política vencedora, foi por duas vezes eleito o deputado federal mais votado de Minas Gerais, em sua primeira eleição para governador de Minas obteve 57% da votação já no primeiro turno, foi a reeleição conquistando 77% dos votos, e foi o senador mais votado de Minas Gerais. O maior problema de Aecio Neves esta em seu próprio partido,  internamente os “medalhões”, se dividem entre Aecio e José Serra, o tucanato paulista não vê com bons olhos a liderança de Aecio.
Por último foi a vez do PT, o padrinho de Dilma, Luiz Inácio Lula da Silva, não perdeu seu brilho, fez valer os avanços de seu governo e que continuaram com a presidente Dilma. O programa se deu basicamente em duas questões: luta e superação. Cidadões humildes superando obstáculos, ou superando a miséria, através da casa própria, o bolsa família, o Prouni enfim programas de governo que mudaram a vida dos brasileiros. Dilma destacou que foi alcançado até aqui a quantidade e que agora é a vez da qualidade dos serviços públicos.
Como se vê a largada foi dada a presidência da república, a questão será como se comportara as alianças que serão feitas e desfeitas, pois PSB e PSDB vão ter que correr atrás daquilo que o PT faz muito bem, cooptar uma grande e forte base aliada.

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